segunda-feira, 27 de setembro de 2010

De volta a rotina.

Começa mais um semestre de aulas na UnB e voltamos para a velha e boa rotina de aulas todo dia. (Exeto sexta-feira, pra mim, felizmente.)Vou ver se consigo fazer tudo que planejei pra esse novo ciclo de aulas.
Os amigos que fiz no primeiro semestre provavelmente pegaram aulas em horários diferentes dos meus. Mas vou procurá-los. Também deve ter alguém que desistiu de filosofia e mudou de curso e é claro tem aqueles que já eram amigos meus antes de se quer entrar-mos na faculdade. Todos muito queridos.
O importante desse semestre é que não sou mais calouro. Porém ainda conhecido como tal.
Bom. Filosofarei e escreverei sobre minhas novas conquistas e experiências na universidade. Além de que serei, aos sábios, todo ouvidos.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Vida Noturna

Percebi que fico inspirado de madrugada. Acho que minha cabeça fica mais relaxada esquecendo do dia que tive, bom ou ruim, aí consigo relaxar e deixar as ideias fluirem. Faz mal pro meu ciclo de sono, entretanto faz muito bem pra minha produção literária, se é que se pode dizer assim.
O ar da noite tem alguma coisa que me passa tranquilidade. Provavelmente a mesma coisa que em algumas pessoas causa medo. Essa coisa me fascina e me permite pensar em grandes questões que nem se quer existem ainda. (Isso foi bem regeliano da minha parte.{Piada de filósofo.}) Enquanto eu tô aqui sentado em frente ao computador, posso olhar a lua crescente pela janela e perceber que não se tem uma imagem bonita assim de dia em lugar nenhum. Essa paixão que tenho pela penumbra que a luz da lua deixa provavelmente seja resultado de os melhores momentos da minha vida terem acontecido durante a noite.
De noite as pessoas são diferentes. Elas não se encolhem atrás das imagens que as outras possam ter delas. Pelo menos não tanto quanto de dia. Como diz o ditado:"A noite todos os gatos são pardos." Penso eu (extendendo a metáfora) que se de dia todos os gatos fossem pardos também, a convivência humana ia ser tão mais simples, ou mais verdadeira do que na realidade é. As intenções das pessoas seriam mais previsíveis. Só que aí não teria a graça de ver os dois lados da mesma moeda sob diferentes condições de luz.
Resumindo. A noite é boa. Porém a vida já é muito boa do jeito que ela é.

P.S.: A coisa mais difícil de escrever um texto é dar título a ele.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Another Brick

No one watns to be just one more. People want to be known, to be recognized on the street, to be one in a million. That's what moves human kind. Everything we do in our lives, even if it's not ment to, It's because we want be ourselves.
Of course I could be writing all this in portuguese. But it would not mean the same to me. I realized that being yourself doesn't mean being diferent from everyone else. It means to like yourself for what you do.(My fear has become truth. This is starting to look like some introduction of a self-help book.)
Changing subject. Not completely, though. being yourself means to write a text to your blog listenig to AC/DC at 4AM in your second language and still know that you will have to translate it later.(Fuck!)
Well. (When I crated this blog I could not imagine that I would ever write something like this.) My way of saying what I mean is through this blog. Even if it wasn't its first objective.
Now it's my quest to be done every time I think something interesting (and when I don't forget to write it).
Don't wanna be just another brick on the wall!

P.S.:Thanks to my wonderful (as she says) friend Little (her nickname) for helping me with some little mistakes on the text. Now, all corrected.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Sem assunto

Quando escrevia, não sei por que dizia
Mas se o disse é porque não escrevi
Se quero escrever mas não sei o que dizer
Escrevo o que quero sem saber por que.

Versinhos de quem não tem nada de bom pra dizer.

E umas imagens legais.

Pra quem não percebeu, o boombox tem semelhanças com o R2-D2 e os headfones com o C3PO.


"A radical chick!"


Colorido sem ser banal, comum, redundante, repetitivo, plagiado...


As vezes é só o que tem na TV.